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Da dor ao dom

Os erros vêm mas tornam-se em aprendizagens. A dor transforma-se em dom. Não deixa de ser dor, não é branqueada pelo dom, mas uma coisa alquimiza-se na outra. O dom é sanador. A partir do momento que manifestamos o dom, há o reconhecimento da dor, então já está. Vamos em frente, vamos inspirar outras meninas, outras mulheres e mostrar-lhes que elas podem ser outra coisa, sem ser a menina traumatizada e vingativa. E é isto que está a faltar.

_Isabel Maria Angélica, Retiro de Imbolc No Ninho da Serpente em Terras de Lyz, Fevereiro de 2016

(Fotografia por Sara Rica Gonçalves)

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